Concurso premia os melhores produtos das agroindústrias familiares da 40ª Expointer

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Os empreendimentos premiados participam do Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) – Foto: Pedro Belo Garcia/Especial Palácio Piratini

Os melhores produtos das agroindústrias familiares que participam da 40ª Expointer foram premiados, nesta semana, no Pavilhão da Agricultura Familiar, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A 6ª edição do concurso, que valoriza a produção de pequenos produtores, premiou, pela primeira vez, o melhor salame colonial do Rio Grande do Sul.

Foram inscritos seis produtos na categoria vinho tinto de mesa, três na categoria vinho tinto fino seco, 15 na suco de uva integral, seis na salame tipo italiano, sete na salame colonial, oito na queijo colonial, seis na cachaça prata, seis na cachaça premium (envelhecida) e apenas uma amostra na categoria cachaça extra premium.

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Conheça os melhores vinhos e cachaças da 40ª Expointer

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Produto da Coopeg teve o vinho tinto de mesa seco como melhor avaliado nesta categoria do concurso – Foto: Karine Viana

Muito além do agronegócio, a 40ª Expointer oferece os melhores alimentos produzidos pelos pequenos agricultores gaúchos. Entre as agroindústrias premiadas no 6º Concurso da Agricultura Familiar, estão as que conquistam a renda familiar produzindo e vendendo bebidas de alta qualidade, como vinhos e cachaças. Os produtos estão à disposição até domingo (3), no Pavilhão da Agricultura Familiar (22 do mapa oficial da feira), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

Em seis dias, as vendas do Pavilhão da Agricultura Familiar chegaram a R$ 1,6 milhão, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (1º). Isso representa um crescimento de 32% em relação ao faturamento no mesmo período do ano passado. Continuar lendo “Conheça os melhores vinhos e cachaças da 40ª Expointer”

Emater demonstra o sistema de proteção de nascentes na 40ª Expointer

Cerca de 900 sistemas de proteção de nascentes em todo o Rio Grande do Sul já foram planejados neste ano. A atividade, executada no campo pelos extensionistas rurais sociais da Emater, conveniada da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, é uma alternativa simples e barata para o abastecimento de água de pequenos produtores rurais. A instituição demonstra, em espaço na 40ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, como são feitos os sistemas de intervenção em áreas de proteção permanente, levando em conta as questões sociais e ambientais.

“Uma das grandes fronteiras da água é a questão financeira, mas a tendência é que o número de sistemas instalados aumente nos próximos anos porque agora a atividade está incluída no Programa Estadual de Saneamento Rural”, afirma o extensionista da Emater e geógrafo, Gabriel Ludwig Katz.

O sistema faz parte do programa de saneamento rural da Instituição, que capta recursos para instalar mais sistemas e beneficiar um número maior de produtores. De acordo com o extensionista, são aproveitados ao máximo os materiais que existem na própria propriedade.

“O custo é de 600 a 800 reais, mas que pode ser coberto pelo programa ou pago pelo próprio agricultor, que também precisa sentir a importância desse sistema de saneamento”, diz Gabriel. “Muitas vezes os integrantes dessas famílias ficam doentes e não se sabe a origem do problema. O sistema não garante 100% da descontaminação da água, mas resolve grande parte do problema. Por isso, é necessário o uso de cloradores nos reservatórios também”, complementa.

Sistema de proteção de nascentes

As nascentes são o afloramento da água subterrânea, que se formam quando o aquífero atinge a superfície, formando um curso d’água, como o rio, córrego e reservatório.

O sistema de proteção envolve a construção de uma estrutura de três canos: um dreno, que direciona a água para a casa das famílias; outro para dar continuidade ao fluxo da água; e, um terceiro dreno de limpeza, que precisa ser feita a cada seis meses para retirar todos os resquícios orgânicos. Na instalação, os canos são cercados por rochas, que funcionam como um filtro natural. O sistema fechado isola a água da flora subterrânea, que pode trazer consigo dejetos indesejáveis.

Legislação ambiental

O código florestal limita o tipo de intervenção em Áreas de Proteção Permanente a um número pequeno de atividades, que precisam ser de baixo impacto ambiental, de intervenção mínima, e orientadas por vários procedimentos de recomposição de mata nativa no entorno.

Em 2016, foi aprovada uma resolução pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente, que define quais atividades são aceitas como de baixo impacto. Entre elas, está a de proteção de nascentes.

Como aderir ao programa

O produtor pode procurar o escritório da Emater em seu município ou região. O serviço também é oferecido pelo técnico extensionista, que orienta as famílias em visitas às propriedades, sobre os aspectos ambientais e de conscientização sobre saneamento.

Texto: Letícia Bonato
Edição: Denise Camargo/Secom 

Equinos são destaque pela 1ª vez em 40 edições no espaço da Emater

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Espaço orienta sobre cuidados que o produtor deve ter com os cavalos de exposição – Foto: Sofia Wolff

Pela primeira vez em 40 edições da Expointer, a Emater/RS traz ao parque uma oficina sobre o manejo de equinos em pequenas propriedades. Em duas oportunidades, às 10h e às 15h, no espaço da instituição (perto do 22 no mapa de localização), os visitantes podem conhecer um pouco mais sobre a lida do cavalo no campo, reconhecida ainda como a maior ligação com a vida do interior do Rio Grande do Sul. Continuar lendo “Equinos são destaque pela 1ª vez em 40 edições no espaço da Emater”